Justiça Restaurativa, Howard Zehr

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Em 2014, comprei esse livro, eu estava fazendo um curso de Formação em Justiça Restaurativa na FADISMA.

Ainda que formada como Facilitadora em práticas restaurativas, na época envolvida com meu TCC sobre a APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) e depois com os estudos para a prova da OAB, eu ainda não tinha focado e nem dado o devido valor que a Justiça Restaurativa merece.

Agora, pude ler este livro do Howard Zehr, onde ele explica o que é Justiça Restaurativa, como é, e para quem. Tenho certeza de que a JR é uma forma alternativa de resolução de conflitos revolucionadora que tem grande potencial para mudanças do sistema criminal no país e no mundo. Continuar lendo “Justiça Restaurativa, Howard Zehr”

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A jornada de ser humano, OSHO

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Comecei hoje a ler o livro A Jornada do Ser Humano, de OSHO, indicado pela minha amiga jornalista/advogada/escritora, Daniela Prado, do blog Parada Diária, e já na nona página percebi que se trata de um livro SENSACIONAL!  Continuar lendo “A jornada de ser humano, OSHO”

HAITI: A SOBERANIA DOS DITADORES, Ricardo Seitenfus

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O livro reportagem HAITI, a Soberania dos Ditadores, de Ricardo Seitenfus trata da história do Haiti na década de 90, principalmente até 1994, quando Seitenfus havia retornado da Missão de Paz no Haiti como observador componente da OEA – Organização do Estados Americanos.

Ele relata o tenso e dramático período vivido pelo povo que teve seu presidente Aristide, eleito democraticamente, deposto pelo golpe militar ficando todos nas mãos de ditadores monstros. Continuar lendo “HAITI: A SOBERANIA DOS DITADORES, Ricardo Seitenfus”

Inquietações

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Naquela noite havia chovido. Ainda podia-se ouvir algumas trovoadas, certamente choveria mais um pouco na madrugada. De seu quarto escuro e silencioso, podia ouvir junto ao pio de uma coruja nas árvores perto de sua janela, o som dos caminhões passando no asfalto ao longe.

Não estava frio, mas também não fazia calor. Pelo vidro entreaberto da janela sentia entrar um arzinho fresco de chuva e, como já era agosto, uns edredons e meias eram suficientes. Nas mãos uma xícara de chá de camomila, mais para agradar do que para aquecer. Continuar lendo “Inquietações”