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Comecei hoje a ler o livro A Jornada do Ser Humano, de OSHO, indicado pela minha amiga jornalista/advogada/escritora, Daniela Prado, do blog Parada Diária, e já na nona página percebi que se trata de um livro SENSACIONAL! 

Copio só um trechinho aqui da p.9, para provocar e instigar…

“O que eu quero que você lembre é que todos estão interessados na criança por algo em que a criança não está de modo algum interessada. Mas a criança não tem saída, ela não pode lutar contra todas essas pessoas. Elas são poderosas. Ela é dependente delas; se querem fazer algo dela, ela tem de se tornar aquilo. Tudo isso fica absolutamente claro para a criança: se ela for contra os pais, está se comportando mal, está traindo-os. Essas ideias também são pregadas pelos pais, pelos sacerdotes, pelos professores. A criança se sente culpada. Qualquer afirmação proveniente de seu próprio eu se transforma em culpa, e cada pretensão dos pais, dos sacerdotes religiosos, dos educadores, dos políticos é muito bem recompensada. A criança começa a aprender política desde o início: a ser hipócrita, submissa. Seja autêntico e você será punido. Ora, a criança tem uma aritmética simples, e não podemos condená-la por isso.

Em uma sociedade melhor, todos irão compreender a integridade de cada pessoa, respeitar até mesmo o ser de uma criança pequena, e não se impor a ela. Mas essa sociedade parece estar longe, muito longe, porque todas as pessoas têm seus interesses estabelecidos e não podem parar suas viagens de ego; elas têm de usar e explorar as pessoas.

Alguém se torna presidente; você nunca pensa que ele se tornou presidente à sua custa, que algo em você foi morto para que aquele homem pudesse se tornar presidente do país. Se deixassem que cada um fosse único, original, seria impossível para as pessoas que são presidentes e primeiros-ministros – que estão governando o mundo e que vêm destruindo-o por milhares de anos, e continuam o destruindo – continuarem fazendo isso.”

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