Poema bêbado

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Sobre Sonhos e Paradigmas

Quando você tem uma notícia realmente maravilhosa sobre pessoas que você ama, você fica tão feliz por essas pessoas que essa emoção bate no peito de um jeito que não é fácil descrever. É preciso espalhar, expandir essa energia linda que preencheu teu coração para iluminar mais pessoas!

Porque essa notícia é tão poderosa, mas tão poderosa, que acho que nem as pessoas as quais estão vivendo esse momento realizador incrível conseguem ter a dimensão da importância do exemplo deles e do quanto isso me toca.

A notícia que quebrou as grades dos paradigmas que viviam dentro de mim.

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Sensations Coffee

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O primeiro gole de café do dia

é mágico.

Aqueles segundos em que você sente na língua o sabor do primeiro gole de café,

líquido, quente, amargo, forte, torrado, aveludado, que aquece a boca, a língua, a garganta e o coração.

É como se naquele instante nada ao redor existisse,

só você e a xícara de café.

Sente-se invencível, acolhido, calmo, mas prestes a ficar atento.

Só é preciso estar consciente, presente nesse instante para perceber.

A sensação sempre está ali.

Smell it. Feel it. Taste it.

Sinta.

– Bibiana Rabaioli

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Fotos unsplash.com

Sobre o ritmo (de ler) e o direito de ser lerda

Sou lerda para ler.

Sempre fui.

Mesmo que o livro seja fácil eu demoro para ler.

Não entendo como tem pessoas que conseguem ler calhamaços em poucos dias.

Eu lembro que a série Harry Potter eu li rápido, teve alguns livros li em 3 ou 5 dias no máximo, mas acho que era porque eu era Continuar lendo “Sobre o ritmo (de ler) e o direito de ser lerda”

Choveu!

(Dê o play no vídeo abaixo e leia enquanto toca.)

 

Choveu!

Que alegria!

Olha como os passarinhos estão felizes!

Ouça como eles cantam contentes!

Fazendo festa, porque choveu

Voam alto na chuva

Alto em meio à imensidão

dessas belas nuvens cinzentas.

Ah! Que alegria, chove!

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Vista da janela do quarto.

Um café

Lembro do cheiro torrado do café preto. Lembro do barulho que fez a térmica ao servir.

Lembro de ouvir passos antes de ver o vulto de alguém que acabara de passar.

Lembro do frio daquele gélido e estreito corredor de paredes duplas e pálidas.

Ele estava ali, logo à frente, alto, esguio, vestido de preto, escorado de lado na parede com um copo de café na mão, rindo baixinho, sorrindo pra mim.

Me olha densa-mente…

Seus olhos castanhos se fixam na minha mente, junto ao cheiro quente do café.

As Botas

Marrom bem desbotado,

um pouco de terra vermelha seca no couro já amaciado, marcado,

as solas com as marcas do pisar, desgastadas no dia-a-dia.

As botas.

As botas do homem forte do campo,

guerreiro que aguenta intempéries e que, cedo, ceva o mate, passa o café, calça as botas e vai pra atividade rotineira de cuidado do campo.

As botas que marcam a lida, que protegem e põem respeito.

As botas de quem respeito.